quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Exército brasileiro possui munição para uma hora de guerra

Exército brasileiro
Exército brasileiro: nos últimos 10 anos,
o Brasil investiu 1,5% do PIB em Defesa
O Exército brasileiro usa o mesmo fuzil de produção nacional há 45 anos, seus equipamentos de comunicação estão obsoletos e dispõe de munição para uma hora de guerra, segundo fontes militares, citadas nesta segunda-feira pela imprensa.
Cerca de 92% dos meios de comunicação dos militares estão obsoletos e 87% dos equipamentos estão completamente inutilizáveis, de acordo com a versão oferecida pelo portal G1 baseado em documentos e depoimentos de militares na reserva.
Os fuzis utilizados pelo Exército são do modelo FAL, que a empresa brasileira Imbel fabrica há 45 anos, e mais de 120 mil unidades têm mais de 30 anos de uso.

"Posso afirmar que possuímos munição para menos de uma hora de combate", disse o general na reserva Maynard Marques de Santa Rosa, ex-secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.
Santa Rosa deixou o Exército em fevereiro de 2010 após qualificar a Comissão da Verdade, que investiga crimes durante a ditadura militar brasileira, de "comissão da calúnia".
O general Carlos Alberto Pinto Silva, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres (Coter), acrescentou que a quantidade de munição "sempre foi mínima".
"Nossa artilharia, carros de combate e grande parte do armamento foram comprados nas décadas de 70 e 80. Existe a ideia errônea que não há ameaça, mas se ela surgisse não daria tempo de reagir", acrescentou.
Até agora, o Ministério da Defesa não se pronunciou sobre o relatório. Nos últimos 10 anos, o Brasil investiu em Defesa 1,5% do PIB, segundo dados do Ministério.
Este ano, o Exército receberá R$ 28 bilhões, dos quais 90% são destinados a salários. 
Fonte: Exame

Delegação da UE no Brasil promove concurso de monografias

A Delegação da União Europeia no Brasil lançou o edital e abriu as inscrições para o seu o 6º Concurso de Monografias. Aberto a todos universitários brasileiros ou estrangeiros matriculados em universidades e/ou instituições de ensino superior brasileiras, o concurso selecionará seis trabalhos acadêmicos – três monografias na categoria graduação e três na categoria pós-graduação – sobre a União Europeia (UE).
Os 6 autores escolhidos serão convidados especiais de evento a ser realizado durante as comemorações do mês da Europa, em maio de 2016, a irem à Brasília, com deslocamento e estadia pagos. Os dois autores das monografias vencedoras, uma em cada categoria, serão anunciados durante o evento e receberão como premiação uma viagem à Bruxelas, na Bélgica, onde visitarão as instituições da UE.
Apesar das áreas de pesquisa serem livres, o edital do concurso sugere os seguintes temas de monografia: 1) A Parceria Estratégica União Europeia – Brasil: prioridades em comum; 2) Meio-Ambiente e desenvolvimento sustentável; 3) A luta pelos direitos humanos; 4) Apoio ao multilateralismo, paz e segurança internacional; 5) Políticas sociais; 6) A reforma institucional da União Europeia; 7) O alargamento da União Europeia; 8) O Euro e a cooperação econômica na União Europeia; 9) A política da UE na America Latina; 10) A cooperação e ajuda ao desenvolvimento da UE no exterior; entre outros temas relacionados à União Europeia de sua própria escolha.
Leia aqui o edital.
Fonte: Cedin

Entenda em 10 minutos como nasceu a crise no Oriente Médio, que chegou à França

O que ocorre exatamente na Síria? De onde vêm mais de quatro milhões de refugiados? Foram essas perguntas que incentivaram o grupo WhyMaps a fazer um vídeo, no começo de outubro, que explica em pouco mais de 10 minutos e 15 mapas a história da Síria e da região, que têm sido o centro das atenções do mundo neste ano, em grande parte graças ao grupo terrorista Estado Islâmico (Isis).
Em seu primeiro projeto, o Why Maps narra, em espanhol, história do Oriente Médio de forma didática, por meio de mapas. O vídeo vai da Mesopotâmia aos dias de hoje para tentar explicar por que a região é tão importante para o resto do mundo (dica: envolve petróleo) e como a Síria se tornou um país tão conturbado, marcado por conflitos armados, golpes de Estado e guerras civis.
Embora tenha sido lançado no dia 8 de outubro, mais de um mês antes dos ataques terroristas à França, na última sexta-feira (13), o vídeo explica como o Estado Islâmico usa um antigo discurso para conseguir seguidores em uma luta contra o “Ocidente”.

Além disso, o projeto tem um fundo social. Segundo o grupo, “qualquer benefício financeiro que o vídeo possa gerar será destinado à campanha síria Save The Children”


Fonte: Forbes

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ACNUR pide acciones urgentes para acabar con la apatridia de los niños


Los niños apátridas de todo el mundo comparten los mismos sentimientos de discriminación, frustración y desesperación, según un nuevo informe de Naciones Unidas publicado hoy.
El Alto Comisionado de la Oficina para los Refugiados (ACNUR), que presentó el informe en la sede de la ONU en Nueva York, describió el estudio como la primera encuesta geográfica de los puntos de vista de los niños apátridas, que identifica los problemas comunes que afrontan y que les impiden disfrutar de su infancia, llevar una vida saludable, estudiar y cumplir sus ambiciones.
“La cuestión de la apatridia no es sólo una cuestión de derechos humanos, sino también de una destrucción de las personas porque el impacto traumático que sufren en estas circunstancias es estremecedor ”, dijo António Guterres.
Más de 250 personas, incluyendo niños, adolescentes y sus padres o tutores legales, fueron entrevistados en 7 países, entre ellos, la República Dominicana, Italia y Tailandia, entre julio y agosto. Decenas de niños aseguraron que la apatridia había tenido un profundo impacto psicológico en ellos. Algunos se describieron como “invisibles”, “extraños”, “perros de la calle” y “despreciables”.
Los menores también hablaron sobre los desafíos que afrontan según se hacen mayores, a menudo al margen de la sociedad, sin poder disfrutar de los derechos de los que disfrutan la mayoría de ciudadanos. Muchos son tratados como extranjeros en el país donde han vivido toda la vida.
Según ACNUR, los niños apátridas a menudo no pueden ir a la escuela, la universidad o encontrar un empleo decente. Son víctimas de discriminación y hostigamiento por parte de las autoridades y más vulnerables a todo tipo de explotación. Su carencia de nacionalidad a menudo los sentencia a una vida en la pobreza durante generaciones.
El informe de ACNUR subraya la necesidad de acabar con la apatridia en un mundo donde cada 10 minutos nace un niño sin Estado. Para acabar con este flagelo, el organismo de la ONU urge a todos los Estados a permitir que los menores reciban la nacionalidad del país donde han nacido, reformar las leyes que impiden que las madres transfieran su nacionalidad a sus hijos de la misma manera que los padres y eliminar las leyes y prácticas que deniegan la nacionalidad a los niños por su etnia, raza o religión.

Fonte: ONU

Países fazem acordo para aumentar investimentos em educação

Nesta quarta-feira (4), foi aprovado, por unanimidade, o Marco de Ação Educação 2030, durante a 38ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), em Paris. Entre as metas estabelecidas no Marco está o comprometimento em investir de 4% a 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em educação.
O objetivo do documento é estimular os países da Unesco a cumprirem metas globais, além de propor ideias de coordenação e financiamento para a Agenda de Educação 2030, na tentativa de criar as mesmas oportunidades de aprendizado para todos. O plano espera que os esforços conjuntos das nações consigam cobrir o déficit de US$ 40 bilhões do setor.
O Brasil está na lista de países que assumiram o compromisso com a Unesco, mas, internamente, tem metas ainda mais agressivas para a educação, elencadas no Plano Nacional de Educação (PNE). Serão concentrados esforços para que haja um investimento de, no mínimo, 10% do PIB nacional até 2024. Hoje, 6,6% do PIB é destinado a fins educacionais.
 O Marco de Ação Educação deverá substituir o Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos, estabelecido em 2000 e que durou até este ano. Segundo a Unesco, apenas um terço dos países que participaram do último acordo conseguiram cumprir as metas estabelecidas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Holanda abre inscrições para 50 bolsas de estudo exclusivas para brasileiros

Foram abertas no mês passado inscrições para o programa OTS (Orange Tulip Scholarship) que tem como intenção conceder cinquenta bolsas de estudos exclusivamente para estudantes brasileiros. As bolsas são para programas de graduação, de pós-graduação (Mestrado e MBA) e de curto degree - o que significa cursar no país apenas o último ano da graduação. As principais universidades da Holanda fazem parte desse programa.
Ao participar do programa, o aluno tem a oportunidade de receber uma bolsa integral ou parcial. O máximo do valor oferecido para cobrir os gastos com a faculdade em si (o tuition fee) é de 32.500 euros por ano de estudo. Há outros casos em que a bolsa pode cobrir demais custos do aluno, bem como o seguro e o seu visto. Ao todo, participam do programa quinze universidades e faculdades. Já as áreas de estudo que serão contempladas pelo programa englobam: Artes, Saúde, Ciências Biológicas, Humanas e Exatas.

Pré-requisitos        

A fim de poder participar do processo de seleção do programa de bolsas, o aluno precisa ter de antemão feito a sua inscrição em uma dessas universidades. Ou seja, para ser escolhido para receber as bolsas, o aluno precisa ou já ter sido aceito pela instituição de ensino em questão ou estar no processo de avaliação para o mesmo. 

Inscrição e processo seletivo          

Todos os alunos interessados em se candidatar a uma bolsa têm até o dia 1º de abril do ano de 2016 para fazê-lo. Candidatos devem acessar o site da Nuffic Neso Brazil (trata-se de um canal específico para brasileiros pesquisarem tudo o que precisam para estudar no ensino superior holandês). Acompanhe no site qual é a documentação necessária para enviar juntob com o formulário preenchido. Dependendo, cada universidade pedirá alguma coisa distinta, portanto é preciso pesquisar bem e ficar atento. 
O resultado dos alunos escolhidos sai no dia 16 de maio e pode ser verificado no próprio site de inscrição.
Fonte: Blastingnews

8 mestrados de graça (ou quase) no exterior na área de humanas

Se você é de humanas e já pesquisou mestrados no exterior, deve ter notado a diferença gritante que existe entre a oferta de cursos gratuitos e bolsas de estudo na sua área em comparação com profissões mais técnicas, principalmente ligadas a exatas. E não é só lá fora. Aqui no Brasil, demorou também até que o governo lançasse o Cultura sem Fronteiras, inspirado no sucesso do Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Foi pensando nisso que o Estudar Fora fez uma lista com oito mestrados de graça (ou quase!) no exterior para quem é da área de humanas:
1. Mestrado em Gestão Intercultural e Comunicação – Finlândia
O programa de dois anos da Universidade de Vaasa recebe 20 estudantes estrangeiros por ano. O curso ensina como as identidades culturais são formadas e como elas estruturam a sociedade atualmente. O mestrando aprende a gerenciar a comunicação intercultural e multilingue, inclusive do ponto de vista ético e filisófico.  O objetivo é capacitar profissionais para serem especialistas em comunicação intercultural, atuando em organizações públicas ou privadas, em cargos como coordenador de projetos internacionais, gerente de recursos humanos, especialista em relações públicas, educador ou pesquisador. As inscrições abrem em janeiro  de 2016. Não há anuidade, mas o estudante tem que pagar uma taxa de 142 euros por ano para a União dos Estudantes. Saiba mais
2. Mestrado em Educação Multicultural e Internacional – Noruega
O programa da Universidade de Ciências Aplicadas de Oslo e Akershus se apresenta como uma alternativa aos mestrados convencionais na área de ciências sociais e pedagogia. O curso é interdisciplinar e indicado a quem quer se aprofundar no tema educação multicultural, tendo como base o sistema de ensino da Noruega. O programa tem duração de dois anos e aceita professores (inclusive de pré-escola) e bacharéis em cursos na área de ciências sociais. Não há anuidade, apenas uma taxa semestral de 730 coroas norueguesas (equivalente a 350 reais). As incrições para estudantes internacionais vão até 15 de dezembro. Saiba mais
3. Mestrado em Estudos Culturais e de Negócios Internacionais – Alemanha
Dar um rumo internacional à carreira profissional, ao mesmo tempo em que aprende uma nova cultura e ganha fluência em um novo idioma. Essa é a proposta do mestrado de dois anos da Universidade de Passau. Se você ama aprender novos idiomas, este curso pode ser para você. O mestrado é em alemão, mas no quarto módulo você terá que escolher dois dos seguintes idiomas – inglês, francês, espanhol, italiano, russo, português, tcheco, polonês, chinês, indonésio, vietnamita – dependendo da cultura que você deseja se aprofundar. O mestrando aprende como desenvolver competências-chave para se tornar um bom gestor de projetos e um bom solucionador de problemas. As oportunidades de atuação são muitas: vendas, marketing, relacionamento com clientes, relações públicas, recursos humanos, desenvolvimento organizacional. As inscrições abrem duas vezes ao ano: de janeiro a abril e de julho a outubro. O curso é gratuito. Saiba mais
4. Mestrado Interdisciplinar em Estudos Interamericanos – Alemanha
A Universidade de Bielefeld, na Alemanha, tem um mestrado inteirinho voltado para o Novo Mundo. O objetivo do curso é, justamente, entender as singularidades do nosso continente: da América Latina à Anglo-Saxônica. O programa de dois anos tem uma abordagem interdisciplinar, com matérias como sociologia, literatura, comunicação, história e ciências políticas. O diploma capacita profissionais para trabalhar em diversas áreas da comunicação – como relações públicas, relações institucionais e jornalismo. Inglês e espanhol são obrigatórios. Alemão não é exigido, mas é uma vantagem, já que estudantes terão que aprendê-lo e fazer testes de proficiência ao longo do curso. O mestrado é gratuito, sendo cobrada uma taxa de 235 euros por semestre. As inscrições vão até 15 de janeiro para o curso que começa no verão (no hemisfério norte) e 15 de julho para o que começa no inverno. Saiba mais
5. Mestrado em Direitos Humanos e Multiculturalismo – Noruega
Esse mestrado da Universidade de Buskerud e Vestfold é único na Europa, por abordar Direitos Humanos e Multiculturalismo ao mesmo tempo. O curso, com duração de dois anos, é oferecido pela Faculdade de Ciências Humanas e Educação, na cidade de Drammen. Os direitos humanos protegem a diversidade multicultural? Oferecem base legal suficiente para prevenir práticas consideradas inaceitáveis por grupos minoritários? Essas são algumas questões que o mestrando irá analisar, se debruçando sobre o conceito de dignidade humana e como aplicá-lo a determinadas religiões e ideologias, do ponto de vista político, ético e jurídico. Debate este que se torna extremamente atual, no momento em que a Europa vive a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. As inscrições vão até 15 de janeiro. é gratuito.Saiba mais
6. Mestrado em Jornalismo Científico – França
Voilà! Essa pode ser a sua chance de estudar na França. A Universidade de Lilleoferece um mestrado de dois anos para jornalistas. O objetivo é capacitar profissionais para trabalhar com dados. Em sala, os estudantes discutem como abordar informações técnicas e trazê-las para o nosso cotidiano sob uma nova perspectiva. Ou seja: traduzir a linguagem técnica para o grande público. O curso é em francês. A mensalidade é bastante inferior a cobrado por outros cursos de pós-graduação: são 256 euros por ano, mais 215 euros de seguro social. As incrições abrem em junho. Saiba mais
7. Mestrado em Aprendizagem e Comunicação em Contextos Multilíngues e Multiculturais – Luxemburgo
O nome é longo, mas o objetivo do curso é bastante simples: estudar como a diversidade cultural e linguística influencia o ensino e a comunicação. Com duração de dois anos, o programa da Universidade de Luxemburgo é trilíngue, com aulas em inglês, francês e alemão. Você só precisa falar dois dos três idiomas para ser aceito, mas é recomendável conhecimentos básicos no terceiro (a própria universidade oferece esses cursos). O mestrado é interdisciplinar e abre possilidades de carreira nas áreas de educação, turismo e jornalismo. Também pode ser usado como curso preparatório para aqueles que buscam um PhD em disciplinas como antropologia, sociologia ou sociolinguística. O mestrado custa apenas 200 euros por semestre. Saiba mais
8. Mestrado em Semiótica – Estônia
A Universidade de Tartu, na Estônia, abriga um conceituado centro de estudos em semiótica. O curso, com duração de dois anos, oferece uma base teórica para aplicar conceitos da semiótica a várias disciplinas. São três módulos centrais: semiótica cultural, biosemiótica e sóciossemiótica. O curso é em inglês. O mestrado é recomendado para profissionais de diversas áreas que fazem uso da semiótica, como publicitários, jornalistas, tradutores e designers. As inscrições abrem em abril. Não há anuidade. Saiba mais
Fonte: Estudar fora